

A Coroa
Mural de 4 Torres, símbolo da Vila,
representa os interesses que o Estado tinha Freguesia,
na forma da Fábrica de Munições, mais conhecida por
INDEP - Indústria Nacional de Defesa, tratava-se da única empresa estatal existente
na freguesia e era a sucessora
das antigas fábricas militares de armas e
munições. Os materiais produzidos e
os fins bélicos a que se destinavam, tinham
uma alta produção, pois
este complexo dava trabalho a cerca de 400 trabalhadores,
sendo grande parte residentes na vila e o factor
intrínseco da indústria de armamento
para o estado, realçado pela sua localização
geográfica no domínio territorial de
Moscavide.

As Alfaces simbolizam
a produção de produtos hortícolas
de Moscavide no passado
A Cruz
com Coroa, símbolo do Seminário
(do seu patrono Cristo Rei) fica situado no lugar
conhecido por Quinta do Cabeço, o Seminário
Patriarcal de Cristo-Rei, é uma instituição
da Igreja, que está implantada na Freguesia
de Moscavide desde os seus primórdios. É um
local reservado, os seus jardins, de proporção
e beleza dificilmente igualáveis, estiveram
ao dispor dos habitantes da região, mas sucessivos
actos de vandalismo levaram ao seu encerramento.

A Faixa
ondeada simboliza o rio Tejo, cuja margem
direita banha o limite a nascente da divisão
geo-administrativa de Moscavide O Tejo tem actualmente
uma relação muito forte com toda a
zona Oriental e em particular com a população
de Moscavide, devido à realização
da Expo98, sem desprezar a passagem dessa via de
comunicação fluvial de tão grande
importância para a economia do país
que somos, e na beleza que este empresta aos locais
por onde passa.

Os Favos
de Mel simboliza a grande densidade populacional
da Vila, constitui uma analogia entre os favos das
abelhas e o crescimento urbano. A característica
natural da colmeia de abelhas que se multiplica consoante
o número de indivíduos agregados, pode
simbolizar o processo de desenvolvimento, pois o
homem, do mesmo modo, quando fixado num lugar, tende
largar o seu habitat incrementando o surgimento à sua
volta, de outros blocos que chamam a si a albergam,
as correntes migratórias populacionais que
os diversos fenómenos sócio-económicos
levam a sedentarizar em «dormitórios»,
inerentes à implantação da indústria,
do comércio e dos serviços, como fontes
mais significativas do mercado de trabalho. A escolha
dos favos da colmeia é por demais evidente,
pois a abelha, tal como o homem, vivem em comunidades
produtivas e constróem o seu próprio
habitat e, do mesmo modo, quanto maior o seu número
de indivíduos, mais acrescenta a colmeia,
pois maior necessidade tem de albergar e arrecadar
os seus bens. |